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Archive for Abril 4, 2007

Linden promete personalização dos nomes de avatares até o final do ano

Novidade já existe para celebridades, principalmente do mundo dos negócios e da política, que acessam o mundo virtual com seus nomes ‘reais’. No entanto, Linden pretende oferecer o recurso a todos os residentes, ainda em 2007. Mas não será de graça.

Já imaginou seu avatar, no Second Life, entitulado com seu nome verdadeiro? O que parecia improvável agora é uma das promessas da Linden Labs na evolução do metaverso, ainda para este ano de 2007. O recurso, considerado tecnicamente simples para a empresa, até o momento só é utilizado em casos especiais, visando autenticar a participação de pessoas famosas eventualmente no mundo virtual. Samuel J. Palmisano, CEO da IBM, e John Edwards, pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, já utilizam pessoalmente o Second Life com nomes reais em seus avatares. Outros nomões como John McCain, Hillary Clinton e Wesley Clark já se encontram ‘definidos’ aguardando apenas que seus respectivos ‘reais’ os utilizem para acessar o metaverso.

Apesar de ainda ser restrito, a Linden pretende abrir a possibilidade de se utilizar ‘nomes reais’ em seus avatares, para qualquer residente do Second Life, até o final do ano. Questionada, a empresa adianta que o desenvolvimento deste recurso está adiantado e que será possível somente para usuários ‘Premium’. Sobre valores, a Linden afirma que a ativação do nome real custará, ao residente, algo em torno de US$ 100 (dólares), mais US$ 50 de manutenção anual. Porém estes preços podem ser revistos. Existe ainda o problema da documentação, pois não bastará ‘pagar’ pelo nome real, o residente terá que comprovar ter este nome. Os gestores do Second Life ainda estão analisando a melhor forma para o residente enviar esta documentação, e sem margem para fraudes.

Opiniões desencontradas – A reportagem perguntou, a alguns residentes, qual a opinião deles sobre utilizar, ou não, seus nomes reais em seus avatares. A maioria demonstrou que será algo muito interessante, e que poderá tornar as relações ainda mais próximas entre os residentes. Alguns disseram estarem com seus nomes (de avatar) consolidados e com uma certa fama e reputação no metaverso, portanto, não há porquê alterarem seus nomes. Já os ‘amantes do anonimato’ afirmaram que, de forma alguma, abrirão mão disso.

Com informações da Associated Press.

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Linden promete personalização dos nomes de avatare…

Linden promete personalização dos nomes de avatares até o final do ano

Novidade já existe para celebridades, principalmente do mundo dos negócios e da política, que acessam o mundo virtual com seus nomes ‘reais’. No entanto, Linden pretende oferecer o recurso a todos os residentes, ainda em 2007. Mas não será de graça.

Já imaginou seu avatar, no Second Life, entitulado com seu nome verdadeiro? O que parecia improvável agora é uma das promessas da Linden Labs na evolução do metaverso, ainda para este ano de 2007. O recurso, considerado tecnicamente simples para a empresa, até o momento só é utilizado em casos especiais, visando autenticar a participação de pessoas famosas eventualmente no mundo virtual. Samuel J. Palmisano, CEO da IBM, e John Edwards, pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, já utilizam pessoalmente o Second Life com nomes reais em seus avatares. Outros nomões como John McCain, Hillary Clinton e Wesley Clark já se encontram ‘definidos’ aguardando apenas que seus respectivos ‘reais’ os utilizem para acessar o metaverso.

Apesar de ainda ser restrito, a Linden pretende abrir a possibilidade de se utilizar ‘nomes reais’ em seus avatares, para qualquer residente do Second Life, até o final do ano. Questionada, a empresa adianta que o desenvolvimento deste recurso está adiantado e que será possível somente para usuários ‘Premium’. Sobre valores, a Linden afirma que a ativação do nome real custará, ao residente, algo em torno de US$ 100 (dólares), mais US$ 50 de manutenção anual. Porém estes preços podem ser revistos. Existe ainda o problema da documentação, pois não bastará ‘pagar’ pelo nome real, o residente terá que comprovar ter este nome. Os gestores do Second Life ainda estão analisando a melhor forma para o residente enviar esta documentação, e sem margem para fraudes.

Opiniões desencontradas – A reportagem perguntou, a alguns residentes, qual a opinião deles sobre utilizar, ou não, seus nomes reais em seus avatares. A maioria demonstrou que será algo muito interessante, e que poderá tornar as relações ainda mais próximas entre os residentes. Alguns disseram estarem com seus nomes (de avatar) consolidados e com uma certa fama e reputação no metaverso, portanto, não há porquê alterarem seus nomes. Já os ‘amantes do anonimato’ afirmaram que, de forma alguma, abrirão mão disso.

Com informações da Associated Press.

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Abril 4, 2007 mundolinden 1 comentário

FBI investiga jogatina no Second Life

A onda do jogo no Second Life coincide com uma onda de repressão aos cassinos da vida real nos EUA, onde foram presos executivos de sites de jogos sediados em outros países.


Investigadores do FBI visitaram cassinos do Second Life a convite da empresa criadora desse mundo virtual, a Linden Lab, mas o governo dos Estados Unidos ainda não se decidiu sobre a legalidade da jogatina virtual. “Convidamos o FBI várias vezes a dar uma olhada no Second Life e apresentar as preocupações que quisessem, e sabemos que em pelo menos uma ocasião agentes federais deram uma olhada num cassino virtual”, disse Ginsu Yoon, vice-presidente da Linden Lab.

O Second Life tem milhões de usuários registrados, com economia e moeda próprias, o chamado “dólar linden”, que pode ser trocado por dólares norte-americanos. Yoon disse que a empresa buscou orientação sobre as regras para a jogatina virtual, mas ainda não recebeu regras claras das autoridades norte-americanas. O FBI não comentou o assunto.

Centenas de cassinos com pôquer, caça-níqueis e blackjack podem ser facilmente encontrados no Second Life. Embora seja difícil estimar o tamanho da economia do jogo nessa rede, os três maiores cassinos de pôquer recebem lucros modestos, na casa de 1.500 dólares mensais cada, segundo donos de cassinos e pessoas ligadas ao setor. A onda do jogo no Second Life coincide com uma onda de repressão aos cassinos da vida real nos EUA, onde foram presos executivos de sites de jogos sediados em outros países.

A maioria dos advogados considera que apostas em “dólares linden” provavelmente violam as leis dos EUA, que tratam de apostas que envolvam “algo de valor”. Mas não se sabe o grau de responsabilidade da Linden Lab ou a possibilidade de haver repressão.

“Esse é o risco: temos um conjunto de incógnitas e não sabemos como elas vão funcionar”, disse Brent Britton, advogado especialista em tecnologias emergentes no escritório Squire, Sanders & Dempsey, de Tampa, Flórida. Há uma lei de 1970 sobre o jogo clandestino nos EUA, mas também outra, do ano passado, que trata especificamente de apostas ilegais na Internet, que tem como alvos as empresas de cartão de crédito e outros meios de transferência eletrônica de dinheiro que permitem que o jogo aconteça.

“O que eles fizeram foi ir atrás dos processadores e criminalizar os processos de pagamento que se relacionam aos sites de apostas online. A Linden poderia potencialmente ser considerada como o mesmo tipo de processador”, disse Sean Kane, advogado do escritório Drakeford & Kane, de Nova York. “Se você compra dinheiro na [casa de câmbio virtual] Lindex e o utiliza para apostas, a Lindon poderia ter um nível muito maior de responsabilidade”, completou o advogado.

As regras do Linden Lab proíbem atividades ilegais no Second Life. “Nem sempre está claro para nós se uma simulação em 3D de um cassino é a mesma coisa que um cassino, legalmente falando, e não está claro às agências policiais que consultamos”, disse Yoon. Mesmo que a lei fosse mais clara, afirmou, a empresa não teria como monitorar e evitar apostas no mundo virtual.

por Adam Pasick
Fonte: Reuters.

FBI investiga jogatina no Second Life A onda do j…

Abril 4, 2007 mundolinden 1 comentário

FBI investiga jogatina no Second Life

A onda do jogo no Second Life coincide com uma onda de repressão aos cassinos da vida real nos EUA, onde foram presos executivos de sites de jogos sediados em outros países.


Investigadores do FBI visitaram cassinos do Second Life a convite da empresa criadora desse mundo virtual, a Linden Lab, mas o governo dos Estados Unidos ainda não se decidiu sobre a legalidade da jogatina virtual. “Convidamos o FBI várias vezes a dar uma olhada no Second Life e apresentar as preocupações que quisessem, e sabemos que em pelo menos uma ocasião agentes federais deram uma olhada num cassino virtual”, disse Ginsu Yoon, vice-presidente da Linden Lab.

O Second Life tem milhões de usuários registrados, com economia e moeda próprias, o chamado “dólar linden”, que pode ser trocado por dólares norte-americanos. Yoon disse que a empresa buscou orientação sobre as regras para a jogatina virtual, mas ainda não recebeu regras claras das autoridades norte-americanas. O FBI não comentou o assunto.

Centenas de cassinos com pôquer, caça-níqueis e blackjack podem ser facilmente encontrados no Second Life. Embora seja difícil estimar o tamanho da economia do jogo nessa rede, os três maiores cassinos de pôquer recebem lucros modestos, na casa de 1.500 dólares mensais cada, segundo donos de cassinos e pessoas ligadas ao setor. A onda do jogo no Second Life coincide com uma onda de repressão aos cassinos da vida real nos EUA, onde foram presos executivos de sites de jogos sediados em outros países.

A maioria dos advogados considera que apostas em “dólares linden” provavelmente violam as leis dos EUA, que tratam de apostas que envolvam “algo de valor”. Mas não se sabe o grau de responsabilidade da Linden Lab ou a possibilidade de haver repressão.

“Esse é o risco: temos um conjunto de incógnitas e não sabemos como elas vão funcionar”, disse Brent Britton, advogado especialista em tecnologias emergentes no escritório Squire, Sanders & Dempsey, de Tampa, Flórida. Há uma lei de 1970 sobre o jogo clandestino nos EUA, mas também outra, do ano passado, que trata especificamente de apostas ilegais na Internet, que tem como alvos as empresas de cartão de crédito e outros meios de transferência eletrônica de dinheiro que permitem que o jogo aconteça.

“O que eles fizeram foi ir atrás dos processadores e criminalizar os processos de pagamento que se relacionam aos sites de apostas online. A Linden poderia potencialmente ser considerada como o mesmo tipo de processador”, disse Sean Kane, advogado do escritório Drakeford & Kane, de Nova York. “Se você compra dinheiro na [casa de câmbio virtual] Lindex e o utiliza para apostas, a Lindon poderia ter um nível muito maior de responsabilidade”, completou o advogado.

As regras do Linden Lab proíbem atividades ilegais no Second Life. “Nem sempre está claro para nós se uma simulação em 3D de um cassino é a mesma coisa que um cassino, legalmente falando, e não está claro às agências policiais que consultamos”, disse Yoon. Mesmo que a lei fosse mais clara, afirmou, a empresa não teria como monitorar e evitar apostas no mundo virtual.

por Adam Pasick
Fonte: Reuters.