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Archive for Abril 13, 2007

A Rossi corre e mostra apartamentos no Second Life

Construtora lança primeiro empreendimento residencial virtual no game 3D.

A primeira construtora brasileira a anunciar a entrada no mundo virtual do game Second Life foi a Tecnisa. Mas a concorrente Rossi, se não foi rápida em entrar/anunciar que entraria no Second Life, foi a primeira a divulgar imagens de um prédio montado dentro do game e que, como jogada de marketing, reproduz as dimensões de um empreendimento da empresa no mundo real, o Brooklin To Live, lançado em São Paulo.


Segundo a empresa divulgou, R$ 80 mil no projeto. A exemplo do que será o empreendimento no mundo real, a versão SL do prédio tem espaço gourmet, lounge, salão de festas, sala de ginástica, piscina e quadra.

“Ao comprar um imóvel na vida real o cliente receberá também um imóvel virtual no Second Life, juntamente com um inventário de móveis para fazer testes de decoração e de layout do apartamento. E, ao clicar nos móveis, o cliente terá acesso ao site da Etna para obter informações ou até comprá-los”, explica Rafael Rossi, gerente de marketing institucional da empresa.

A Rossi disponibilizou dois corretores virtuais para atender os visitantes da Ilha Rossi Residencial onde o empreendimento está abrigado. Eles estarão à disposição dos visitantes virtuais, que depois de um tour pelo empreendimento serão encaminhados para um corretor no mundo real se ficarem interessados na compra.

Por Alexandre Barbosa
Fonte: Estadao.com.br

CategoriasMarcas, Negócios, Notícias

A Rossi corre e mostra apartamentos no Second Life…

A Rossi corre e mostra apartamentos no Second Life

Construtora lança primeiro empreendimento residencial virtual no game 3D.

A primeira construtora brasileira a anunciar a entrada no mundo virtual do game Second Life foi a Tecnisa. Mas a concorrente Rossi, se não foi rápida em entrar/anunciar que entraria no Second Life, foi a primeira a divulgar imagens de um prédio montado dentro do game e que, como jogada de marketing, reproduz as dimensões de um empreendimento da empresa no mundo real, o Brooklin To Live, lançado em São Paulo.


Segundo a empresa divulgou, R$ 80 mil no projeto. A exemplo do que será o empreendimento no mundo real, a versão SL do prédio tem espaço gourmet, lounge, salão de festas, sala de ginástica, piscina e quadra.

“Ao comprar um imóvel na vida real o cliente receberá também um imóvel virtual no Second Life, juntamente com um inventário de móveis para fazer testes de decoração e de layout do apartamento. E, ao clicar nos móveis, o cliente terá acesso ao site da Etna para obter informações ou até comprá-los”, explica Rafael Rossi, gerente de marketing institucional da empresa.

A Rossi disponibilizou dois corretores virtuais para atender os visitantes da Ilha Rossi Residencial onde o empreendimento está abrigado. Eles estarão à disposição dos visitantes virtuais, que depois de um tour pelo empreendimento serão encaminhados para um corretor no mundo real se ficarem interessados na compra.

Por Alexandre Barbosa
Fonte: Estadao.com.br

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Entrada da TAM no Second Life repercute na imprensa internacional

Empresa aérea brasileira é a primeira do ramo a se instalar no metaverso.

Desde o anúncio oficial da instalação de uma sede virtual da aérea TAM no Second Life, a imprensa mundial voltou sua atenção para o fato de uma empresa, desta atividade, decidir investir sua imagem no mundo virtual da Linden Labs. Ponto positivo para a comunidade brasileira, que obtem cada vez mais visibilidade e respeito diante da comunidade internacional.

Grandes e médios veículos de comunicação, como a Reuters (fonte original da informação), CNN Money, MSNBC e a BusinessWeek, estampam a novidade em suas páginas principais. A Reuters conta que a empresa oferecerá ‘vôos virtuais’ entre ilhas do Second Life, como Paris, Milão, Nova York e Inglaterra, destinos do mundo real nas quais a TAM faz conexão com o Brasil. Já a CNN Money destaca que a empresa disponibilizará roupas com sua marca e réplicas em 3D de seus aviões, gratuitamente.

No site da BusinessWeek, a informação é de que os avatares poderão ’simular’, em breve, procedimentos de vôo e que haverão vagas para pilotos e comissários virtuais, no futuro. Na publicação, a TAM acrescenta ainda que a iniciativa “é mais do que uma ferramenta de marketing institucional. Os residentes poderão aprender sobre os destinos das suas linhas aéreas e se divertirem também com as simulações. Para a TAM é uma oportunidade de fazer parte da nova febre da internet”, conclui um assessor de comunicação da empresa. A BusinessWeek confirma também que, com cerca de 250.000 mil residentes, o Brasil já é a quarta maior ‘potência’ presente no Second Life.

Entrada da TAM no Second Life repercute na imprens…

Entrada da TAM no Second Life repercute na imprensa internacional

Empresa aérea brasileira é a primeira do ramo a se instalar no metaverso.

Desde o anúncio oficial da instalação de uma sede virtual da aérea TAM no Second Life, a imprensa mundial voltou sua atenção para o fato de uma empresa, desta atividade, decidir investir sua imagem no mundo virtual da Linden Labs. Ponto positivo para a comunidade brasileira, que obtem cada vez mais visibilidade e respeito diante da comunidade internacional.

Grandes e médios veículos de comunicação, como a Reuters (fonte original da informação), CNN Money, MSNBC e a BusinessWeek, estampam a novidade em suas páginas principais. A Reuters conta que a empresa oferecerá ‘vôos virtuais’ entre ilhas do Second Life, como Paris, Milão, Nova York e Inglaterra, destinos do mundo real nas quais a TAM faz conexão com o Brasil. Já a CNN Money destaca que a empresa disponibilizará roupas com sua marca e réplicas em 3D de seus aviões, gratuitamente.

No site da BusinessWeek, a informação é de que os avatares poderão ’simular’, em breve, procedimentos de vôo e que haverão vagas para pilotos e comissários virtuais, no futuro. Na publicação, a TAM acrescenta ainda que a iniciativa “é mais do que uma ferramenta de marketing institucional. Os residentes poderão aprender sobre os destinos das suas linhas aéreas e se divertirem também com as simulações. Para a TAM é uma oportunidade de fazer parte da nova febre da internet”, conclui um assessor de comunicação da empresa. A BusinessWeek confirma também que, com cerca de 250.000 mil residentes, o Brasil já é a quarta maior ‘potência’ presente no Second Life.

Linden anuncia remoção do sistema de ‘Ratings’ na próxima versão do Second Life

Empresa alega que o serviço se tornou inútil com o crescimento do grid.

Eu um post publicado no blog oficial do Second Life, Jeska Linden, do setor de desenvolvimento da Linden Labs anunciou em nome da empresa a remoção completa do serviço de ‘Ratings’ para o próximo beta público do navegador. No post Jeska alega que a decisão foi tomada devido ao crescimento exponencial que o grid sofreu em 2007. Com isso, o serviço foi perdendo força e se tornou inútil, pois aparentemente os residentes não viam qualquer benefício nele.

‘Ratings’ é um sistema, desenvolvido desde os primórdios do Second Life, onde cada residente poderá ‘votar’ em outro, aumentado a popularidade dele. No começo era bem usado, mas hoje não mais. A Linden Labs diz também que apóia as iniciativas de outros residentes neste sentido. Inclusive faz menção e recomendou os seguintes serviços: RatePoint, TrustNet, Ban Link, Sloog.org, SLPopularPlaces.com, Real Reputations e SLicr.

Jeska Linden convida também para que os residentes conheçam o novo projeto SLatelt, que disponibiliza uma melhor forma de votar na popularidade de objetos construídos e disponibilizados no Second Life. Jeska pede, ainda, que outras iniciativas sejam encaminhadas a ela, para análise e posterior divulgação. E também agradece a todos no apoio à decisão da Linden Labs.

Imagem cedida pela SL Herald.

CategoriasNotícias

Linden anuncia remoção do sistema de ‘Ratings’ na …

Linden anuncia remoção do sistema de ‘Ratings’ na próxima versão do Second Life

Empresa alega que o serviço se tornou inútil com o crescimento do grid.

Eu um post publicado no blog oficial do Second Life, Jeska Linden, do setor de desenvolvimento da Linden Labs anunciou em nome da empresa a remoção completa do serviço de ‘Ratings’ para o próximo beta público do navegador. No post Jeska alega que a decisão foi tomada devido ao crescimento exponencial que o grid sofreu em 2007. Com isso, o serviço foi perdendo força e se tornou inútil, pois aparentemente os residentes não viam qualquer benefício nele.

‘Ratings’ é um sistema, desenvolvido desde os primórdios do Second Life, onde cada residente poderá ‘votar’ em outro, aumentado a popularidade dele. No começo era bem usado, mas hoje não mais. A Linden Labs diz também que apóia as iniciativas de outros residentes neste sentido. Inclusive faz menção e recomendou os seguintes serviços: RatePoint, TrustNet, Ban Link, Sloog.org, SLPopularPlaces.com, Real Reputations e SLicr.

Jeska Linden convida também para que os residentes conheçam o novo projeto SLatelt, que disponibiliza uma melhor forma de votar na popularidade de objetos construídos e disponibilizados no Second Life. Jeska pede, ainda, que outras iniciativas sejam encaminhadas a ela, para análise e posterior divulgação. E também agradece a todos no apoio à decisão da Linden Labs.

Imagem cedida pela SL Herald.

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Sistema de busca por objetos à venda gera polêmica no Second Life

A milionária chinesa Anshe Chung advertiu a Sheep Labs que seu serviço fere as normas do seu continente ‘Dreamland’. E baniu o avatar Grid Shepherd, que é o ‘robô spider’ do serviço.

A Sheep Labs tem provocado polêmica com seu novo sistema de busca, onde um spider faz a varredura de todos os objetos ’setados’ para venda em uma ilha, e os lista automaticamente em seu site. Anshe Chung (na foto com Philip Rosedale), criadora do continente Dreamland, com cerca de 500 ilhas, e a primeira milionária do Second Life, enviou uma carta para a Eletric Sheep Company, endereçada para o departamento Sheep Labs, que responde pelo desenvolvimento do SL Search.


Nesta carta, Chung revela sua consideração a respeito do sistema, como algo “inteligente, porém invasivo”. Ela diz também que o sistema fere normas relacionadas à privacidade. Neste caso, a reportagem descobriu que um avatar chamado ‘Grid Shepherd’ é na verdade o ‘robô spider’ que visita diversas ilhas, todos os dias, capturando automaticamente as informações dos objetos à venda em cada uma delas.

A equipe de Anshe Chung descobriu o fato, relatou o mesmo à sua chefe, que autorizou imediatamente o banimento deste avatar. Chung alega que, nas normas da Dreamland, todos os avatares são considerados visitantes reais. No entanto, avatares automáticos gerados por outros sistemas não são tolerados em seu continente. A chinesa milionária já teve problemas no passado com avatares robôs, que realizavam diversos inconvenientes. Inclusive um deles a constrangeu em uma entrevista que realizava à Reuters.

Sobre a questão da privacidade, Chung disse à reportagem que achava interessante a proposta da Eletric Sheep, porém muito invasiva e descortês, “pois não pede autorização ao proprietário da ilha se ele quer seus objetos catalogados em seu sistema”, afirma ela. E complementa: “em virtude disso estamos banindo o avatar robô que faz as buscas em nosso continente e enviamos uma carta para a Eletric Sheep Co. reprovando os métodos utilizados pelo SL Search”. A chinesa deixa claro que somente avatares, com pessoas ‘reais’ as controlando, tem acesso à Dreamland. Avatares robôs, copybots e outras semelhanças são terminantemente proibidas no continente.

A Eletric Sheep Company rebate, afirmando que seu ‘robô spider’ não provoca qualquer alteração no ambiente, é discreto e silencioso. A empresa estuda uma forma de evitar constrangimentos com outros donos de ilhas e que vai criar um programa de adesão ao sistema SL Search. Ou seja, somente quem inscrever seu terreno ou ilha, poderá ter catalogados seus objetos à venda no serviço da ECS. Resta ver a partir de quando, pois até lá você poderá ser visitado por Grid Shepherd sem aviso.

Com informações da SL Herald.

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Sistema de busca por objetos à venda gera polêmica…

Sistema de busca por objetos à venda gera polêmica no Second Life

A milionária chinesa Anshe Chung advertiu a Sheep Labs que seu serviço fere as normas do seu continente ‘Dreamland’. E baniu o avatar Grid Shepherd, que é o ‘robô spider’ do serviço.

A Sheep Labs tem provocado polêmica com seu novo sistema de busca, onde um spider faz a varredura de todos os objetos ’setados’ para venda em uma ilha, e os lista automaticamente em seu site. Anshe Chung (na foto com Philip Rosedale), criadora do continente Dreamland, com cerca de 500 ilhas, e a primeira milionária do Second Life, enviou uma carta para a Eletric Sheep Company, endereçada para o departamento Sheep Labs, que responde pelo desenvolvimento do SL Search.


Nesta carta, Chung revela sua consideração a respeito do sistema, como algo “inteligente, porém invasivo”. Ela diz também que o sistema fere normas relacionadas à privacidade. Neste caso, a reportagem descobriu que um avatar chamado ‘Grid Shepherd’ é na verdade o ‘robô spider’ que visita diversas ilhas, todos os dias, capturando automaticamente as informações dos objetos à venda em cada uma delas.

A equipe de Anshe Chung descobriu o fato, relatou o mesmo à sua chefe, que autorizou imediatamente o banimento deste avatar. Chung alega que, nas normas da Dreamland, todos os avatares são considerados visitantes reais. No entanto, avatares automáticos gerados por outros sistemas não são tolerados em seu continente. A chinesa milionária já teve problemas no passado com avatares robôs, que realizavam diversos inconvenientes. Inclusive um deles a constrangeu em uma entrevista que realizava à Reuters.

Sobre a questão da privacidade, Chung disse à reportagem que achava interessante a proposta da Eletric Sheep, porém muito invasiva e descortês, “pois não pede autorização ao proprietário da ilha se ele quer seus objetos catalogados em seu sistema”, afirma ela. E complementa: “em virtude disso estamos banindo o avatar robô que faz as buscas em nosso continente e enviamos uma carta para a Eletric Sheep Co. reprovando os métodos utilizados pelo SL Search”. A chinesa deixa claro que somente avatares, com pessoas ‘reais’ as controlando, tem acesso à Dreamland. Avatares robôs, copybots e outras semelhanças são terminantemente proibidas no continente.

A Eletric Sheep Company rebate, afirmando que seu ‘robô spider’ não provoca qualquer alteração no ambiente, é discreto e silencioso. A empresa estuda uma forma de evitar constrangimentos com outros donos de ilhas e que vai criar um programa de adesão ao sistema SL Search. Ou seja, somente quem inscrever seu terreno ou ilha, poderá ter catalogados seus objetos à venda no serviço da ECS. Resta ver a partir de quando, pois até lá você poderá ser visitado por Grid Shepherd sem aviso.

Com informações da SL Herald.

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