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Archive for Abril 27, 2007

NOAA simula tsunamis, maremotos e furacões no Second Life

Departamento meteorológico dos Estados Unidos lança ilha fantástica onde o residente observa e aprende, ao vivo, sobre os piores desastres naturais que já assolaram nosso planeta.

Nesta quinta-feira (26) o departamento de Administração Atmosférica e Oceânica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) lançou, na ilha Meteora, um local muito interessante onde os visitantes poderão simular desastres naturais e aprender por quê eles ocorrem. Neste lugar, foram criados diversos programas interativos, que exibem os efeitos de uma tsunami, por exemplo. O residente através de um HUD ativa o sistema e uma locução é iniciada, indicando as fases que precedem e finalizam uma super onda oceânica. Uma tsunami então surge no horizonte e derruba diversas casas na margem da ilha. Veja a simulação no vídeo abaixo:

Sobrevoando um furacão

Em outro ponto da ilha, o visitante embarca em um avião meteorológico do NOAA e passa a sobrevocar o topo de um furacão, acompanhado de uma chuva pesada, sempre com a narrativa em voz que informa as causas e efeitos do fenômeno. A sensação é incrível, com sons em alto volume e uma sensação de ansiedade inevitável. A equipe de construção não poupou esforços para tornar a experiência a mais realista possível.

Previsão em tempo real

Entre outras surpresas, um local que não podemos deixar de mencionar é o mapa interativo meteorológico dos Estados Unidos. Uma placa com a textura deste mapa e um script complexo, conectam o objeto ao servidor de dados do NOAA. O resultado é impressionante: as condições de tempo em todo território americano, e em tempo real. Estas informações também são usadas pela maioria das emissoras de TV dos EUA. Então, é possível que o residente tenha acesso à previsão do tempo americana, antes mesmo dos canais de comunicação convencionais.

A ilha Meteora, do NOAA, conta também com simulações dos efeitos do aquecimento global e amostras de vida marítima, um prato cheio para os mergulhadores virtuais de plantão. Há também uma simulação do planeta Terra, visto do espaço (dia e noite) com fotos de satélite atualizadas dinamicamente. Neste feriadão, não deixe de visitar esta que é uma das ilhas mais fantásticas que já encontramos no Second Life.

Com informações da CNET.

NOAA simula tsunamis, maremotos e furacões no Seco…

NOAA simula tsunamis, maremotos e furacões no Second Life

Departamento meteorológico dos Estados Unidos lança ilha fantástica onde o residente observa e aprende, ao vivo, sobre os piores desastres naturais que já assolaram nosso planeta.

Nesta quinta-feira (26) o departamento de Administração Atmosférica e Oceânica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) lançou, na ilha Meteora, um local muito interessante onde os visitantes poderão simular desastres naturais e aprender por quê eles ocorrem. Neste lugar, foram criados diversos programas interativos, que exibem os efeitos de uma tsunami, por exemplo. O residente através de um HUD ativa o sistema e uma locução é iniciada, indicando as fases que precedem e finalizam uma super onda oceânica. Uma tsunami então surge no horizonte e derruba diversas casas na margem da ilha. Veja a simulação no vídeo abaixo:

Sobrevoando um furacão

Em outro ponto da ilha, o visitante embarca em um avião meteorológico do NOAA e passa a sobrevocar o topo de um furacão, acompanhado de uma chuva pesada, sempre com a narrativa em voz que informa as causas e efeitos do fenômeno. A sensação é incrível, com sons em alto volume e uma sensação de ansiedade inevitável. A equipe de construção não poupou esforços para tornar a experiência a mais realista possível.

Previsão em tempo real

Entre outras surpresas, um local que não podemos deixar de mencionar é o mapa interativo meteorológico dos Estados Unidos. Uma placa com a textura deste mapa e um script complexo, conectam o objeto ao servidor de dados do NOAA. O resultado é impressionante: as condições de tempo em todo território americano, e em tempo real. Estas informações também são usadas pela maioria das emissoras de TV dos EUA. Então, é possível que o residente tenha acesso à previsão do tempo americana, antes mesmo dos canais de comunicação convencionais.

A ilha Meteora, do NOAA, conta também com simulações dos efeitos do aquecimento global e amostras de vida marítima, um prato cheio para os mergulhadores virtuais de plantão. Há também uma simulação do planeta Terra, visto do espaço (dia e noite) com fotos de satélite atualizadas dinamicamente. Neste feriadão, não deixe de visitar esta que é uma das ilhas mais fantásticas que já encontramos no Second Life.

Com informações da CNET.

CategoriasNotícias, Surls, Vídeos

Abril 27, 2007 mundolinden 1 comentário

Visa anuncia sua entrada no Second Life

Gigante do crédito mundial abrirá ilha em associação à maior empresa de advocacia do Reino Unido. Residentes escolherão como a Visa construirá sua própria ilha

Nesta semana, duas marcas importantes anunciaram uma parceria no intuito de ingressarem juntas no Second Life. A operadora de cartões de crédito mundial, Visa, anunciou a compra de uma ilha para nela iniciar suas operações de marketing. Nesta ilha, a corporação anuncia que os residentes poderão ajudar na construção do local, selecionando opções de prédios que se pretendem erguer naquele lugar.

É a primeira vez que uma empresa criará um ambiente inteiro, mediante o critério de seus visitantes. Obviamente que haverão poucos prédios iniciais, apenas para recepção dos mesmos. Mas 80% da ilha Visa estará ‘limpa’ e aguardando o resultado das enquetes para que seja finalizada, de acordo com a vontade dos ’second lifers’.

Parceria

A operação britânica da Visa foi escolhida para coordenar sua estratégia no metaverso Linden. Ela se associou com o maior escritório de advocacia e jurisprudência do Reino Unido, a
Field Fisher Waterhouse. A empresa já presta serviços à Visa em toda a Europa, que a convidou para participar de seu ingresso no Second Life. Na ilha Visa, a FFW terá dois prédios para realização de todo tipo de atividades, voltadas para o relacionamento com seus clientes e interessados. Nestes escritórios virtuais, serão ministradas palestras, encontros entre seus advogados e reuniões com atuais e futuros clientes.

A FFW pretende também atender juridicamente as questões que venham a surgir no Second Life. Para isso, uma equipe de advogados está estudando dia e noite toda jurisprudência da área de informática, crimes virtuais e direito autoral. Além do marketing, a empresa quer ser pioneira e líder no atendimento jurídico aos residentes do metaverso. E a Visa certamente se beneficiará disso.

Visa anuncia sua entrada no Second Life Gigante d…

Abril 27, 2007 mundolinden 1 comentário

Visa anuncia sua entrada no Second Life

Gigante do crédito mundial abrirá ilha em associação à maior empresa de advocacia do Reino Unido. Residentes escolherão como a Visa construirá sua própria ilha

Nesta semana, duas marcas importantes anunciaram uma parceria no intuito de ingressarem juntas no Second Life. A operadora de cartões de crédito mundial, Visa, anunciou a compra de uma ilha para nela iniciar suas operações de marketing. Nesta ilha, a corporação anuncia que os residentes poderão ajudar na construção do local, selecionando opções de prédios que se pretendem erguer naquele lugar.

É a primeira vez que uma empresa criará um ambiente inteiro, mediante o critério de seus visitantes. Obviamente que haverão poucos prédios iniciais, apenas para recepção dos mesmos. Mas 80% da ilha Visa estará ‘limpa’ e aguardando o resultado das enquetes para que seja finalizada, de acordo com a vontade dos ’second lifers’.

Parceria

A operação britânica da Visa foi escolhida para coordenar sua estratégia no metaverso Linden. Ela se associou com o maior escritório de advocacia e jurisprudência do Reino Unido, a
Field Fisher Waterhouse. A empresa já presta serviços à Visa em toda a Europa, que a convidou para participar de seu ingresso no Second Life. Na ilha Visa, a FFW terá dois prédios para realização de todo tipo de atividades, voltadas para o relacionamento com seus clientes e interessados. Nestes escritórios virtuais, serão ministradas palestras, encontros entre seus advogados e reuniões com atuais e futuros clientes.

A FFW pretende também atender juridicamente as questões que venham a surgir no Second Life. Para isso, uma equipe de advogados está estudando dia e noite toda jurisprudência da área de informática, crimes virtuais e direito autoral. Além do marketing, a empresa quer ser pioneira e líder no atendimento jurídico aos residentes do metaverso. E a Visa certamente se beneficiará disso.

Kaneva lança economia e moeda própria para se manter

Rival do Second Life adota estratégia da Linden, estabelecendo seu próprio sistema econômico. A diferença está nas chamadas ‘recompensas’.

O mundo virtual de Kaneva, liberou hoje uma nota na imprensa informando que está abrindo seu novo sistema econômico, com moeda própria, nos moldes do rival Second Life. Os membros poderão usar seus créditos para comprar e efetuar outras transações financeiras, bem como construir e vender objetos personalizados, algo comum no metaverso Linden. A venda destes produtos virtuais poderão ser feitas também através do site oficial da Kaneva, onde cada usuário terá sua própria página e nela poderá disponibilizar para venda os produtos que fabricou neste mundo virtual.

O site também disponibilizará a compra, venda e troca da sua moeda virtual, entre os residentes do Kaneva. A empresa quer de imediato descentralizar esta operação. No entanto, afirmam que estão trabalhando em rígidos sistemas de controle anti-fraude, e uma equipe de profissionais estará voltada apenas para este monitoramento ‘financeiro’. O dinheiro virtual do Kaneva poderá, como no Second Life, ser adquirido através de cartão de crédito ou sistema PayPal. No futuro, o Kaneva terá um serviço nos moldes do conhecido ‘LindeX’ para facilitar a troca de seu dinheiro virtual por dinheiro real.


‘Recompensas’

Um diferencial que o Kaneva pretende imprimir em sua proposta de economia virtual, são as chamadas ‘recompensas’. Não se trata do dinheiro virtual em sim, mas a forma como o usuário do Kaneva poderá consegui-lo. A empresa pretende lançar programas de participação do usuário, como competições, presença em eventos, auxílio aos novatos, etc. De tempos em tempos a empresa lançará estas oportunidades e seus usuários participantes serão remunerados por isso. Porém, neste caso, o dinheiro das recompensas não poderá, a princípio, ser transferido diretamente entre usuários e nem utilizado para compra de artigos (??).

Está claro para nós que a nota de imprensa do Kaneva veio imcompleta, pois não diz claramente o por quê do dinheiro das ‘recompensas’ ser bloqueado para ações tão simples, como comércio de artigos e pagamentos. Mas o que ficou evidente é que a própria Kaneva tem alguns ‘nós’ para desamarrar neste sentido. Ponto pro Second Life, neste caso.

Kaneva lança economia e moeda própria para se mant…

Abril 27, 2007 mundolinden 1 comentário

Kaneva lança economia e moeda própria para se manter

Rival do Second Life adota estratégia da Linden, estabelecendo seu próprio sistema econômico. A diferença está nas chamadas ‘recompensas’.

O mundo virtual de Kaneva, liberou hoje uma nota na imprensa informando que está abrindo seu novo sistema econômico, com moeda própria, nos moldes do rival Second Life. Os membros poderão usar seus créditos para comprar e efetuar outras transações financeiras, bem como construir e vender objetos personalizados, algo comum no metaverso Linden. A venda destes produtos virtuais poderão ser feitas também através do site oficial da Kaneva, onde cada usuário terá sua própria página e nela poderá disponibilizar para venda os produtos que fabricou neste mundo virtual.

O site também disponibilizará a compra, venda e troca da sua moeda virtual, entre os residentes do Kaneva. A empresa quer de imediato descentralizar esta operação. No entanto, afirmam que estão trabalhando em rígidos sistemas de controle anti-fraude, e uma equipe de profissionais estará voltada apenas para este monitoramento ‘financeiro’. O dinheiro virtual do Kaneva poderá, como no Second Life, ser adquirido através de cartão de crédito ou sistema PayPal. No futuro, o Kaneva terá um serviço nos moldes do conhecido ‘LindeX’ para facilitar a troca de seu dinheiro virtual por dinheiro real.


‘Recompensas’

Um diferencial que o Kaneva pretende imprimir em sua proposta de economia virtual, são as chamadas ‘recompensas’. Não se trata do dinheiro virtual em sim, mas a forma como o usuário do Kaneva poderá consegui-lo. A empresa pretende lançar programas de participação do usuário, como competições, presença em eventos, auxílio aos novatos, etc. De tempos em tempos a empresa lançará estas oportunidades e seus usuários participantes serão remunerados por isso. Porém, neste caso, o dinheiro das recompensas não poderá, a princípio, ser transferido diretamente entre usuários e nem utilizado para compra de artigos (??).

Está claro para nós que a nota de imprensa do Kaneva veio imcompleta, pois não diz claramente o por quê do dinheiro das ‘recompensas’ ser bloqueado para ações tão simples, como comércio de artigos e pagamentos. Mas o que ficou evidente é que a própria Kaneva tem alguns ‘nós’ para desamarrar neste sentido. Ponto pro Second Life, neste caso.

Site libera acesso a alucinógenos virtuais

Disponibilização de drogas para avatares pode diminuir impacto de drogas reais. Criação de medicamentos virtuais também pode ser um mercado no ciberespaço.

Com as pessoas cada vez mais envolvidas em suas vidas virtuais, uma companhia norte-americana chamada Utherverse resolveu expandir as fronteiras dessa realidade. Para isso, ela passou a permitir que membros de sua rede social on-line, a Red Light Center, utilizem drogas para se divertir — virtualmente. Os usuários poderão, de acordo com a publicação “Technology Review”, “realizar raves virtuais, tomar ecstasy virtual e até mesmo provar alguns cogumelos virtualmente alucinógenos.”

Segundo Brian Shuster, chefe-executivo da Utherverse, os primeiros usuários dos tóxicos virtuais “reportaram que os efeitos dessas drogas foram surpreendentemente realistas, como na vida real”. Para Brian, isso significa que as drogas virtuais terão um efeito benéfico.

“Como os usuários poderão aproveitar o entretenimento associado às drogas sem seu consumo real, o valor de tomar as drogas reais é diminuído”. Desse modo, os avatares, personagens de sistemas como o mundo virtual Second Life, terão cada vez mais uma “vida” semelhante à real.

Negócios

De acordo com o site do jornal britânico “The Guardian”, além do valor social, a chegada de drogas virtuais aponta para uma nova oportunidade comercial. Se os avatares são capazes de tomar drogas para se divertir, eles também poderão ter interesse em drogas terapêuticas. Companhias farmacêuticas, desse modo, podem achar um novo e lucrativo mercado no ciberespaço.

Antidepressivos, tranquilizantes e remédios para dormir prometem ser particularmente populares no ambiente virtual, mas outras drogas também venderiam bem. Uma forma virtual do Viagra, por exemplo, poderia ser uma vantagem para algumas pessoas mais velhas e para os habitantes do Second Life que sofrem do mal.

Mas como toda novidade, ela logo poderá se tornar cansativa: com a existência e acesso às drogas no mundo virtual, não deve demorar para que os avatares queiram ter acesso a tratamentos para os vícios virtuais. Mesmo nesse mundo paralelo, entretenimento demais pode cansar.

do G1.

Site libera acesso a alucinógenos virtuais Dispon…

Site libera acesso a alucinógenos virtuais

Disponibilização de drogas para avatares pode diminuir impacto de drogas reais. Criação de medicamentos virtuais também pode ser um mercado no ciberespaço.

Com as pessoas cada vez mais envolvidas em suas vidas virtuais, uma companhia norte-americana chamada Utherverse resolveu expandir as fronteiras dessa realidade. Para isso, ela passou a permitir que membros de sua rede social on-line, a Red Light Center, utilizem drogas para se divertir — virtualmente. Os usuários poderão, de acordo com a publicação “Technology Review”, “realizar raves virtuais, tomar ecstasy virtual e até mesmo provar alguns cogumelos virtualmente alucinógenos.”

Segundo Brian Shuster, chefe-executivo da Utherverse, os primeiros usuários dos tóxicos virtuais “reportaram que os efeitos dessas drogas foram surpreendentemente realistas, como na vida real”. Para Brian, isso significa que as drogas virtuais terão um efeito benéfico.

“Como os usuários poderão aproveitar o entretenimento associado às drogas sem seu consumo real, o valor de tomar as drogas reais é diminuído”. Desse modo, os avatares, personagens de sistemas como o mundo virtual Second Life, terão cada vez mais uma “vida” semelhante à real.

Negócios

De acordo com o site do jornal britânico “The Guardian”, além do valor social, a chegada de drogas virtuais aponta para uma nova oportunidade comercial. Se os avatares são capazes de tomar drogas para se divertir, eles também poderão ter interesse em drogas terapêuticas. Companhias farmacêuticas, desse modo, podem achar um novo e lucrativo mercado no ciberespaço.

Antidepressivos, tranquilizantes e remédios para dormir prometem ser particularmente populares no ambiente virtual, mas outras drogas também venderiam bem. Uma forma virtual do Viagra, por exemplo, poderia ser uma vantagem para algumas pessoas mais velhas e para os habitantes do Second Life que sofrem do mal.

Mas como toda novidade, ela logo poderá se tornar cansativa: com a existência e acesso às drogas no mundo virtual, não deve demorar para que os avatares queiram ter acesso a tratamentos para os vícios virtuais. Mesmo nesse mundo paralelo, entretenimento demais pode cansar.

do G1.

Vice-presidente da Linden Lab vai à Portugal para workshop

Robin Harper vai participar em Maio na Universidade de Aveiro num workshop sobre o Second Life, uma ferramenta na Internet que permite simular uma vida paralela à real.

Fonte da organização disse à agência Lusa que a responsável pela área de marketing da empresa que criou e gere o Second Life (SL) vai proferir uma conferência em 24 de Maio, logo após a inauguração oficial da ilha da Universidade de Aveiro no SL. “É a primeira visita oficial a Portugal de um responsável da Linden Labs”, salientou a fonte.

Na mesma sessão, vai intervir Jorge Lima (Eggy Lippmann no SL), fundador da Beta Technologies, empresa portuguesa de “arquitectos do mundo virtual” que está a construir edifícios no Second Life. Lima disse hoje à agência Lusa que a Beta Technologies foi constituída no Verão de 2006 por dois engenheiros e uma arquitecta que trabalharam juntos na Associação Recreativa para a Computação Informática, instituição sem fins lucrativos que, entre outros produtos e serviços, criou a reconstituição multimédia da Ópera do Tejo, em Lisboa, destruída no terramoto de 1755.

“Já construímos [no SL] dezenas de edifícios, filmes, organização de eventos, veículos, jogos e muito mais. Temos clientes como a Xerox, a Honeywell, o Saxo Bank e a Language Labs”, referiu Jorge Lima. O fundador da Beta Technologies definiu o SL como “mais um meio de comunicação, que pode ser utilizado para fins mais lúdicos ou mais sérios”. Lima admitiu que o SL possa ser entendido como “um escape, mas não no sentido negativo”.

“Todos nós procuramos escapar, descansar, ir para o campo ou para a praia”, referiu, salientando que o SL pode ser muito mais do que lazer, atendendo às potencialidades educativas e de negócio desta ferramenta. “Podemos fazer no SL essencialmente os mesmos negócios que fazemos na via real. Para já, as áreas de negócio que se têm desenvolvido mais no SL são o marketing, o tele-trabalho e as conferências”, afirmou.

Jorge Lima destacou também as vantagens educativas do SL, nomeadamente para reconstituições históricas e para a criação de museus virtuais. O responsável da Beta Technologies realçou que a última projecção do grupo Gartner aponta para 80 por cento de utilizadores da Internet com algum tipo de vida paralela em 2011, no SL ou noutros serviços.

O workshop “Comunicação, Educação e Formação no Second Life” vai começar a 23 de Maio na Universidade de Aveiro (UA) com duas acções de formação, uma de introdução ao SL, para iniciados, e outra de técnicas de programação e modelação em três dimensões, para utilizadores avançados.

CLIQUE AQUI, para ler a íntegra desta matéria.

do Observatório do Algarve.

CategoriasEventos, Notícias

Vice-presidente da Linden Lab vai à Portugal para …

Vice-presidente da Linden Lab vai à Portugal para workshop

Robin Harper vai participar em Maio na Universidade de Aveiro num workshop sobre o Second Life, uma ferramenta na Internet que permite simular uma vida paralela à real.

Fonte da organização disse à agência Lusa que a responsável pela área de marketing da empresa que criou e gere o Second Life (SL) vai proferir uma conferência em 24 de Maio, logo após a inauguração oficial da ilha da Universidade de Aveiro no SL. “É a primeira visita oficial a Portugal de um responsável da Linden Labs”, salientou a fonte.

Na mesma sessão, vai intervir Jorge Lima (Eggy Lippmann no SL), fundador da Beta Technologies, empresa portuguesa de “arquitectos do mundo virtual” que está a construir edifícios no Second Life. Lima disse hoje à agência Lusa que a Beta Technologies foi constituída no Verão de 2006 por dois engenheiros e uma arquitecta que trabalharam juntos na Associação Recreativa para a Computação Informática, instituição sem fins lucrativos que, entre outros produtos e serviços, criou a reconstituição multimédia da Ópera do Tejo, em Lisboa, destruída no terramoto de 1755.

“Já construímos [no SL] dezenas de edifícios, filmes, organização de eventos, veículos, jogos e muito mais. Temos clientes como a Xerox, a Honeywell, o Saxo Bank e a Language Labs”, referiu Jorge Lima. O fundador da Beta Technologies definiu o SL como “mais um meio de comunicação, que pode ser utilizado para fins mais lúdicos ou mais sérios”. Lima admitiu que o SL possa ser entendido como “um escape, mas não no sentido negativo”.

“Todos nós procuramos escapar, descansar, ir para o campo ou para a praia”, referiu, salientando que o SL pode ser muito mais do que lazer, atendendo às potencialidades educativas e de negócio desta ferramenta. “Podemos fazer no SL essencialmente os mesmos negócios que fazemos na via real. Para já, as áreas de negócio que se têm desenvolvido mais no SL são o marketing, o tele-trabalho e as conferências”, afirmou.

Jorge Lima destacou também as vantagens educativas do SL, nomeadamente para reconstituições históricas e para a criação de museus virtuais. O responsável da Beta Technologies realçou que a última projecção do grupo Gartner aponta para 80 por cento de utilizadores da Internet com algum tipo de vida paralela em 2011, no SL ou noutros serviços.

O workshop “Comunicação, Educação e Formação no Second Life” vai começar a 23 de Maio na Universidade de Aveiro (UA) com duas acções de formação, uma de introdução ao SL, para iniciados, e outra de técnicas de programação e modelação em três dimensões, para utilizadores avançados.

CLIQUE AQUI, para ler a íntegra desta matéria.

do Observatório do Algarve.

CategoriasEventos, Notícias