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Archive for Maio 16, 2007

Maio 16, 2007 mundolinden 2 comentários

Empresa lança ‘instant messenger’ externo para o Second Life

O ‘SLIMChat’, da Rindustries, é leve, prático e eficiente. Mas o preço…

Pegando carona no código-fonte aberto do Second Life, a startup americana Rindustries acaba de lançar, no mercado, um instant messenger externo denominado ‘SLIMChat’. O messenger é baseado no servidor de IM público da Linden Lab. Através dele, o residente poderá, basicamente, estabelecer contato com qualquer amigo que esteja ‘online’ no metaverso, ou usando o mesmo software em outro computador, sem a necessidade de se inicializar a navegação 3D.

É de fato uma grande sacada dos seus criadores. O programa roda sem precisar de instalação, direto no executável, necessitando apenas da biblicoteca de recusos Microsoft .Net 2.0 Runtime. Em sua página de venda, no portal SLExchange, o fabricante informa as várias situações em que seu produto pode dar solução. Entre elas:

  • Ver quais dos seus amigos estão online
  • Enviar e receber mensagens instantâneas deles;
  • Enviar e receber notecards;
  • Consultar seu saldo de L$
  • Enviar e receber L$ (linden dólares);
  • Adicionar e remover amigos.

As ações acima, podem ser feitas sem o uso do navegador Second Life. Basta o usuário ter seu cadastro ativado junto à Linden Lab. O fabricante promete ainda upgrades vitalícios do software, com adição gradual de novos recursos previstos. Dentre eles, é citado o compartilhamento de inventários, a publicação de classificados, acesso e gerenciamento de grupos, etc. Para quem tem negócios no Second Life, e não possui disponibilidade de navegação 3D ‘full-time’, o produto vem em boa hora. Inclusive, roda a partir de um pen-drive, sem instalação, desde que o MS .Net 2.0 esteja presente no micro (ou pelo menos seu instalador também no pen-drive).

A péssima notícia está no preço. O SLIMChat não é grátis e requer licensa de uso, com ativação pelo nome do avatar comprador, feito pessoalmente pelo fabricante. Cada licensa custa exorbitantes L$5.000 (linden dólares). Algo em torno dos 50 reais. O produto aparentemente é muito bom, mas seu preço o torna inviável para os padrões de consumo brasileiros, no Second Life, tornando seu uso restrito apenas para a comunidade empresarial e institucional brasileira, presente no metaverso. Por ser um lançamento, é provável que, no futuro, o preço deste messenger caia ou, quem sabe, um novo IM externo concorrente ‘dê as caras’, em breve, mais acessível para nós.

Para visitar a sede da Rindustries e do seu SLIMChat no Second Life, clique aqui.

Second Life fecha nesta tarde e reabre após uma hora e meia de atraso

Problemas nos equipamentos da rede em Dallas atrasaram a reabertura do grid principal. Não é necessário atualizar o navegador.

O grid principal do Second Life foi fechado, nesta tarde, para procedimentos de manutenção preventiva em seus servidores. Não é necessário atualizar o navegador para acessar novamente o Second Life. Os serviços foram realizados basicamente no hardware dos dois datacenters da Linden, mais especificamente no aperfeiçoamento da alimentação elétrica das máquinas e no aumento da largura de banda, no datacenter sediado em Dallas.

A reabertura do grid teve um atraso de cerca de uma hora e meia. A Linden informou que o grid permanecia fechado devido a problemas detectados nos novos switches, da sua rede em Dallas, durante testes realizados nesta manhã. Ao longo do ‘delay’, técnicos da empresa trabalharam na solução deste problema específico, na tentativa de colocar online estes aparelhos. Não se sabe, ainda, se os servidores afetados retrocederam para rede antiga, afim de que o grid fosse reaberto.

A Linden informa que algumas ilhas permanecem em ‘offline status’, mas gradativamente serão religadas. A empresa pede desculpas pelos transtornos e agradece a paciência de todos.

Com informações do Official Linden Blog.

Kaizen paga 250 lindens para quem comprar KC$ pela primeira vez

Empresa pretente disseminar a cultura do ‘Kaizen Cash’ entre a comunidade brasileira no Second Life. No entanto, a venda paralela de lindens prossegue reformulada.

Recebemos ontem a newsletter da Kaizen Games, que é direcionada à todos os cadastrados em seu site. Nela, aparecem anúncios sobre as vantagens se tornar um residente do Second Life Brasil e de ter sua conta expandida para o nível Premium. Nenhuma novidade pra nós até aqui.


O que nos chamou a atenção foi o aviso da promoção “Quer Ganhar 250 Lindens?”. Pela informação prestada, todo residente brasileiro que efetuar sua primeira compra de KC$ (Kaizen Cash) receberá um bônus de 250 linden dólares, sem sorteio, nem condição prévia. Basta comprar pelo boleto ou cartão de crédito. Está claro aqui que a Kaizen pretende disseminar a cultura do ‘Kaizen Cash’ entre a comunidade brasileira no Second Life. Pela nossa experiência em publicidade, a manobra indica uma baixa procura pela moeda virtual da empresa brasileira.

Cambio paralelo

Após toda a polêmica sobre a venda paralela de Linden Dólares pelos perjorativamente chamados ‘cambistas virtuais’, ocorrida em Abril, na inauguração do Second Life Brasil, notamos que esta prática voltou a apresentar uma certa normalidade. Apenas ‘mudou de mãos’. Novos vendedores de lindens, com cartão de crédito internacional na mão (o que hoje é relativamente fácil de se conseguir), surgem quase que todo dia e disponibilizam a troca ‘fácil’ de lindens por reais, com anuncios em fóruns de discussão, Orkut e até no Mercado Livre.

A Kaizen foi acusada, na época, de reprimir a prática do ‘câmbio paralelo’ de lindens, supostamente cancelando contas de vendedores informais de dinheiro virtual. A discussão arrefeceu, os vendedores ‘deram um tempo’ e agora estão voltando, com mais força e uma melhor estratégia para evitar o bloqueio de suas contas. Conversei com um deles, que me pediu ‘anonimato’. Este vendedor me explicou que tinha criado 6 avatares, e neles espalhado seus lindens. Através de um controle próprio, ele utiliza um avatar por transação, com a finalidade de dificultar o rastreamento. Ele possui um sétimo avatar, principal, que faz a compra do dinheiro virtual, junto à Linden, com seu cartão de crédito internacional.

Perguntei a ele sobre se o fato de concorrer com a Kaizen não tornava as coisas mais difíceis, no que diz respeito à cotação. Este vendedor me disse que, pelo contrário, a fórmula adotada pela Kaizen estava incentivando a continuidade do ‘negócio paralelo’ de lindens. A volatilidade da cotação do Kaizen Cash, o tempo de resposta na compensação de pagamentos via boleto e o sistema de pagamento por cartão de crédito sempre ‘fora do ar’, no site da Kaizen, são motivo que fazem com que o mercado paralelo de lindens se fortaleça novamente. “O comprador de lindens em geral tem pressa, ele quer agilidade. Cerca de 80% das minhas vendas são realizadas mediante transferência online, por internet banking, em tempo real e ‘cara a cara’ com meu cliente no metaverso. Nem precisamos sair do Second Life, pois basta abrir o browser para efetivar a compra e venda. A Kaizen não oferece esta agilidade.”, considera o vendedor de linden dólares no mercado paralelo brasileiro.

Se a Kaizen, de fato, pretende oferecer um bom serviço de venda de linden dólares, ela própria precisaria verificar, em seu método de transação, o que pode ser considerado ‘obstáculo’ para seus clientes. É muito bom ganhar L$250 lindens de presente, claro. Mas se o intuito é atrair mais compradores para seu dinheiro virtual, a estratégia e a confiabilidade em suas operações serão muito mais eficientes do que uma suposta ‘repressão’, ao mercado paralelo de lindens, inclusive com a certeza de resultados bem mais positivos.

Drogas são vendidas nas “ilhas” particulares do Second Life

Nas festas, alucinógenos virtuais deixam personagens mais ‘agitados’.

Além das drogas, o sexo é liberado (e estimulado) dentro do Red Light. Para tanto, foram criados motéis, boates e galerias que promovem exposições de arte sexual. No SL também é possível participar de “festas adultas”.

Mas no universo paralelo criado pela Linden Lab, drogas não são comercializadas às claras – isso não significa, claro, que elas não existam: é possível comprar alucinógenos por preços que variam de um a 50 linden dólares e usá-los em raves promovidas lá dentro, a torto e a direito.

Fonte: Gazeta de Alagoas.