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Archive for Maio 26, 2007

Maio 26, 2007 mundolinden 1 comentário

Robin Harper: o Second Life é um “ambiente sem restrições”

Em entrevista realizada por ocasião de sua visita à Portugal, a vice-presidente da empresa que criou o mundo virtual, Linden Lab, destaca potencialidades do Second Life na educação e em outras áreas da vida social.

A vice-presidente da Linden Lab, a empresa que pôs de pé o famoso mundo virtual, diz que o Second Life (SL) tem vantagens no ensino e que estimula a socialização, o empreendedorismo e a criatividade. Não é uma revolução, mas uma “evolução” da Net, diz, em entrevista ao JPN, Robin Harper, que participou na primeira conferência em Portugal sobre o SL, na Universidade de Aveiro.

Quais as vantagens da presença no Second Life de instituições educativas como as universidades e as escolas?
O SL dá aos educadores um conjunto de ferramentas que podem usar para fazer coisas que podem não conseguir fazer no mundo real. Uma das coisas básicas é a ligação a outros alunos de outros locais geográficos: superar a distância na educação é algo fácil de fazer através do SL.

Pode dar exemplos?
As ferramentas do SL podem usar-se para construir cenários para ensino experimental, por exemplo, ou praticar capacidades como a liderança de uma maneira que nunca seria possível com quadros. Podem criar-se simulações de situações da vida real para as pessoas treinarem. Treinar a resposta a ataques biológicos terroristas é o exemplo que costumo usar: é difícil treinar pessoas para saber responder a situações deste gênero, têm de saber fazer triagem de pacientes, movimentar medicamentos. Pode fazer-se no SL porque se pode recriar o cenário completo porque é, basicamente, um modelo físico. Você pode ser extremamente expressivo, seja através da criação de objetos, seja fazendo o “upload” de trabalhos artísticos, construindo uma galeria, ou aprendendo técnicas de entrevista, conhecendo pessoas de todo o mundo e fazendo-lhes perguntas.

Quando o SL foi lançado em 2003, esperavam que fosse tão bem sucedido ou simplesmente uma moda para uma minoria?
Sempre pensávamos grande! O fundador, Philip Rosedale, diz o que objetivo que é construir um site melhor. A ideia era criar um ambiente que eliminasse restrições e desse às pessoas oportunidades que não teriam de outra maneira. E isto é uma ideia bastante grande, sempre pensávamos que fosse universalmente apelativo.

Considera o SL uma revolução na utilização da Internet?
Eu diria que, de momento, é uma evolução. O que trouxe para as comunidades “on-line” é colaboração em tempo real, cara a cara, em 3D. A revolução virá quando conseguirmos descentralizar isto ao ponto de servir para ligar e construir o mundo inteiro.

Como define o SL?
É um mundo “on-line” tridimensional, onde se pode alcançar coisas de formas impossíveis no mundo real. É um mundo virtual para a socialização, para o empreendedorismo, para a criatividade, bastante diferente de qualquer outra coisa alguma vez vista.

Mas tem limites ou nunca terá, porque está em constante desenvolvimento?
Está, definitivamente, em constante desenvovimento. Estamos sempre trabalhanado em duas direções: uma é continuar a melhorar a performance, dado que é um sistema extremamente complexo, há sempre “bugs” e coisas semelhantes para se resolver; outra é procurar constantemente maneiras para melhorar a plataforma. Vamos implantar um sistema de comunicação de voz nos próximos meses, acabamos de anunciar uma nova ferramenta que vai permitir às pessoas melhorar o ambiente com efeitos de luz e mesmo do clima. Introduzimos uma maneira mais simples de construir objetos, tornando mais orgânica a maneira como as pessoas criam.

Pensa que o SL pode conduzir ao isolamento das pessoas do mundo real?
Não penso que isso seja um problema. O SL é um mundo extremamente social. Se passar muito tempo no SL vai fazer novos amigos, ter a oportunidade de se envolver em comunidades globais e não ficará isolado, porque atrás de cada avatar há uma pessoa verdadeira. Em certos horários do dia, o Second Life registra mais de 40 mil pessoas simultaneamente “on-line”. Não é isolamento de maneira nenhuma. Se está na Internet e vai a uma página web e está sozinho, podem estar 40 mil pessoas naquela página que não vai saber. Mas se estiver no SL e for a uma loja lá, pode-se ver as outras pessoas que estão interessadas na mesma coisa, pode-se interagir com elas e partilhar as suas ideias sobre os livros, pode começar um clube literário… Pode-se fazer coisas que não são possíveis neste momento na Internet, porque não existe comunicação cara a cara, em sincronia.

A legislação é o maior problema que o SL enfrenta neste momento?
Não estamos lidando com a legislação em si. Estamos debruçados sobre o fato de haver tanto terreno novo para desbravar em que não são claras quais as leis que podem afetar a direção em que as pessoas vão. Não está claro ainda que o podemos dizer aos habitantes que detêm direitos sobre as coisas que criam e que direitos de autor serão respeitados pelo mundo fora. Num mundo ideal, conseguiríamos resolver o problema de forma a dar, à estas pessoas, o máximo de liberdade de expressão possível. Mas o mais importante para nós é manter o SL legal e seguro. Portanto, nas áreas em que temos de trabalhar com autoridades locais, não negaremos apoio.

Por Joana Caldeira Martinho
Fonte: UPorto.

CategoriasEntrevista, Notícias

Maio 26, 2007 mundolinden 1 comentário

Counter Strike + Second Life = Entropia Universe

Entropia Universe, mundo virtual paralelo da MindArk, oferece ao jogador oportunidades reais de ganhar dinheiro ao mesmo tempo que se diverte. É brinquedo de gente grande.

O game online Entropia Universe, criado pela empresa sueca MindArk, é um bom exemplo de como os games serão no futuro. Além de permitir que os jogadores travem batalhas entre si e contra monstros, o jogo permite que se obtenha recursos procurando minerais raros, criando e vendendo animais exóticos, comprando e vendendo produtos e até mesmo explorando o mercado imobiliário.

Os recursos ganhos podem ser usados para comprar armas, itens e veículos. Até aí, nenhuma novidade. Mas o que define Entropia como um vislumbre do futuro é a possibilidade concreta de se ganhar dinheiro real dentro do jogo. Isso é possível porque Entropia Universe foi criado em cima do conceito de economia real. O dinheiro dentro do game pode ser convertido, a qualquer momento, em capital real, que pode ser sacado como papel-moeda. Quando o usuário se registra no game, uma série de avisos enfáticos deixa muito clara a natureza do game. O negócio é sério.

O jogo, que se passa num planeta futurista chamado Calypso, é uma mistura de Star Trek e Star Wars, com elementos de exploração, batalha e gerenciamento de recursos. Dentro do ambiente futurista, o jogador pode adquirir habilidades especiais que permitem que se crie itens usando os minerais encontrados pelo planeta. Tudo no game custa dinheiro, que é trocado por um câmbio fixo. US$ 1 compra 10 PEDs (Project Entropia Dollars) e pode-se reconverter o dinheiro a qualquer momento. Mas a grande sacada é que, com um pouco de habilidade e muita sagacidade, consegue-se acumular um capital respeitável.

O apelo é irresistível. São mais de 590 mil usuários ativos, que só em 2006 movimentaram US$ 160 milhões. Nada mal para uma simples brincadeira. O jogo, que pode ser baixado gratuitamente em www.entropiauniverse.com, não cobra mensalidades. O seu modelo de negócios se baseia no incentivo da venda de produtos virtuais e serviços. Pode-se gastar dinheiro melhorando seu avatar, comprando educação avançada para ele prosperar adquirindo terras, criando ferramentas e equipamentos. O ambiente virtual consegue atrair gente disposta a gastar milhares de dólares visando retorno futuro, como um investimento sólido do mundo real.

CRIANDO UM NOVO MUNDO

Viajar pelo espaço e visitar estações espaciais, conhecer ilhas paradisíacas e desbravar o desconhecido são algumas das experiências que Entropia Universe oferece. Com um bom investimento de tempo e dinheiro, pode-se criar atrações que estimulam outros jogadores a gastarem dinheiro.

Depois de investir em um pedaço de terra, pode-se povoar a área com animais exóticos (que custam dinheiro) e organizar lucrativos safáris. Algumas criaturas chegam a valer 400 PEDs quando abatidas, mas matá-las requer um bom investimento inicial em armas, equipamentos e munições (cada tiro no game custa .25 PED). É um excelente negócio: você cobra a entrada e ainda vende armas e munições em sua lojinha para quem quer viver a emoção da caçada e quer se arriscar a ganhar algum dinheiro no processo.

Dependendo da atividade escolhida, a brincadeira pode sair muito cara. A mineração é um ramo muito rentável em Entropia Universe. Para ingressar na atividade, gasta-se algo em torno de 5.000 PEDs apenas em materiais. Porém, um item bem feito pode ser vendido por até 4.000 PEDs. Vender bits, pixels e polígonos por mais de R$ 800? Nada mal…

É claro que existem os combates entre os jogadores, como em quase todo MMO, e com conseqüências profundas. Um descuido pode custar todo o seu equipamento, levando o jogador a perder em alguns segundos o equivalente a R$ 1.000 e horas de jogo dedicado. Quase como um cassino de verdade, não?

Veja cenas do Entropia:


Para efetuar o download do Entropia Universe, clique aqui.
Para se inscrever no mundo virtual, clique aqui.

Por Jocelyn Auricchio
Fonte: Estadao.com.br

Linden divulga vídeo simulando o novo sistema atmosférico no Second Life

Torley Linden preparou outra sequência, com uma melhor elaboração, onde se pode ter uma noção quase exata de como será o metaverso com os novos sistemas de simulação atmosférica, que serão em breve implementados.

CategoriasNotícias, Vídeos

Maio 26, 2007 mundolinden 1 comentário

Kaizen abre Ilha Mosaico

Terrenos disponíveis no local já estão liberados.

Acaba de ser inaugurado mais um local que promete fazer referência a vários pontos turísticos nacionais. A partir de hoje, você já pode conferir toda a paisagem da Ilha Mosaico e começar a fazer suas construções, pois os terrenos disponíveis no local já estão liberados.


Que tal fazer uma visita ao MASP? Prefere dar uma volta no famoso bondinho do Rio de Janeiro? Então não perca mais tempo parado, clique aqui e siga direto para nova Ilha Mosaico. Lembramos a todos os residentes que o uso de scripts e a criação de objetos não estão liberados em locais públicos da ilha.

Fonte: Second Life Brasil.

Second Life procura por Madeleine McCann

Contrariando a idéia de que os ambientes virtuais não representam a realidade, a procura pos Madeleine McCann estende-se também pelo Second Life. Inúmeros cartazes da criança desaparecida, espalhados pelo maior universo virtual, tentam contribuir com as buscas.

Cartazes espalhados nas ruas, cubos rotativos de diferentes dimensões, todas as faces preenchidas com fotografias da menina desaparecida no Algarve, e até cartazes que alguns avatares (personagens) carregam consigo e mostram em diferentes locais – aconteceu ontem durante a inauguração do complexo da Universidade de Aveiro em Second Life – são o sinal mais forte de que a comunidade que vive essa outra vida não esqueceu as preocupações desta.


Afinal, uma comunidade que consegue reunir-se para recolher fundos para diferentes fins, da investigação contra pedofilia à outras missões humanitárias, não podia ficar indiferente. E a imensa rede mundial que o Second Life representa tem sabido espalhar a mensagem dos acontecimentos em seus continentes virtuais.

Grupo a favor da continuação das buscas

Foi mesmo criado um grupo, como tantos outros que proliferam em SL, que neste caso mantém viva a idéia de que as buscas não podem parar. E até um local de oração pedindo o regresso da criança. Basta teclar Madeleine na caixa de busca do programa da Linden Lab para surgirem links que permitem acessar os diversos espaços relacionados com o desaparecimento.

Fonte: Expresso Clix.

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